La TV de la dictadura cubana premia a Irma Shelton tras su reportaje sobre el 'hambre' en EEUU y Esp

La periodista de la televisión del régimen cubano Irma Shelton Taseé ha ...

Leopoldo López sobre el régimen de Nicolás Maduro: “Tienen lazos con las FARC, el ELN y Hezbollah, p

Leopoldo López respondió este lunes a la dictadura de Nicolás Maduro tras ...

Llega finalmente el primer barco con gasolina de Irán a Venezuela

Caracas.- El arribo del primero de los cinco tanqueros iraníes destinado a ...

España prepara un ingreso mínimo de hasta 1.015 euros para las familias más vulnerables

El Gobierno de España tiene previsto aprobar mañana el ingreso mínimo vital, ...

Bolsonaro divulga nota para dizer que não interferiu na PF e crê em arquivamento de inquérito

O presidente Jair Bolsonaro divulgou uma nota nesta segunda-feira (25) para dizer ...

Palocci bota boca no trombão e acussa Lula e o PT PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 07 de Septiembre de 2017 13:11

Devastador o depoimento prestado ontem ao juiz Sérgio Moro pelo ex-ministro Antonio Palocci. Devastador para o PT, devastador para para as pretensões eleitorais do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2018 e devastador para quem ainda insiste em defender o indefensável.

Resultado de imagen para antonio Palocci lula da silva
Palocci é o primeiro (e mais graduado) cacique petista a romper a "omertà", o pacto de silêncio mafioso que protege Lula e tenta incensá-lo como vítima da Justiça. Ao contrário de petistas como o ex-tesoureiro João Vaccari ou o ex-ministro José Dirceu, Palocci resolveu negociar um acordo de delação premiada. Por isso, decidiu falar.
Antigo homem da confiança de Lula, Palocci não é apenas um oportunista que se aproveita da oferta do Ministério Público. Conhece o PT por dentro e participa de todos os esquemas petistas pelo menos desde que era prefeito de Ribeirão Preto. Coordenou campanhas presidenciais de Lula e Dilma Rousseff, foi ministro de ambos e atuou como ponte do partido com empresários e banqueiros. Sabe do que fala.

Seu depoimento dificulta qualquer estratégia de campanha que Lula possa adotar caso se lance candidato em 2018. Inevitável que as palavras mais comprometedoras de seu ex-aliado alimentem o horário eleitoral na TV. Como contra-argumentar com aquele que, até outro dia, fazia parte do mais íntimo círculo do poder petista?

As revelações de Palocci se desdobram em duas frentes. Na primeira, ele corrobora toda a narrativa que emergiu das investigações da Operação Lava Jato a respeito da relação entre a Odebrecht e os governos do PT. Questionado por Moro na denúncia sobre o terreno e a construção do Instituto Lula, foi peremptório:

– Os fatos narrados na denúncia dizem respeito apenas a um capítulo de um livro um pouco maior do relacionamento da empresa em questão, da Odebrecht, com o governo do ex-presidente Lula, com o governo da ex-presidente Dilma, que foi uma relação bastante intensa, com bastantes vantagens à empresa, propinas pagas pela Odebrecht para agentes públicos, em forma de doação de campanha, em forma de benefícios pessoais, de caixa um, caixa dois…

Ele relatou um episódio para confirmar tal afirmação. “Quando Dilma foi tomar posse, a empresa entrou num certo pânico”, disse. Havia receio de que a nova presidente não mantivesse com a Odebrecht a mesma relação que Lula, pois, quando ministra da Casa Civil, ela impusera obstáculos a obras da Odebrecht.

“Foi nesse momento que o doutor Emílio Odebrecht fez um espécie de pacto de sangue com o presidente Lula”, afirmou Palocci. “Ele procurou Lula nos últimos dias de seu mandato e levou um pacote de propinas.” O pacote envolvia R$ 300 milhões para o PT, o terreno para a construção do Instituto Lula, a reforma no sítio de Atibaia e o aluguel de um apartamento – principais causas dos processos que Lula enfrenta na Operação Lava Jato.

No final, apesar de Emílio não manter com Dilma a mesma amizade que mantinha com Lula, seus receios se revelaram infundados. Só que, durante todo o governo Dilma, era Marcelo Odebrecht, e não o pai, quem negociava com ela em nome da família.

Na segunda frente de revelações, Palocci conta que ele próprio alertou Lula em 2007 para o grau constrangedor de corrupção nas diretorias da Petrobras loteadas entre o PT e os partidos aliados. No início, segundo ele, Lula se mostrou preocupado. Com a descoberta do pré-sal, contudo, viu na empresa uma oportunidade de financiar o projeto petista de permanência no poder.

“O pré-sal pôs o governo numa atitude frenética em relação à Petrobras, e esses assuntos de ilícitos de diretores ficaram para terceiro plano. As coisas continuaram do jeito que eram”, disse Palocci. Narrou uma reunião de 2010, em que Lula chamou ele, Dilma e o ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli ao Palácio da Alvorada. Contou que Lula exortou todos a usar os contratos de sondas da Petrobras para financiar a campanha petista. Gabrielli, segundo Palocci, se recusou, ao menos naquele momento.

Palocci enfim reconheceu seu apelido nas planilhas da Odebrecht, o “italiano”. “O Marcelo nunca me chamou de ‘italiano’, mas acho que nessa planilha, quando ele coloca ‘italiano’, diz respeito a mim. Não sei por que escolheu essa alcunha”, afirmou Palocci.

Ele também insinuou poder revelar os planos usados por Lula para tentar obstruir a Lava Jato. “Eu me reuni com o ex-presidente Lula no sentido de buscar, vamos dizer, criar obstáculos à evolução da Lava Jato. Posso citar casos.” Moro preferiu não prosseguir nessa linha de interrogatório. Já condenado a 12 anos, 2 meses e 20 dias num processo relativo a propinas num estaleiro construído pela Odebrecht, Palocci terá na certa outras oportunidades de contar os detalhes.

 

Add comment


Security code
Refresh

HACIA LA RUINA

Indicado en la materia

Por José Roberto Guzzo.-  Son 150 millones los que pueden caer en la pobreza extrema si la economía mundial cae un 5% en 2020, el número más frecuente en las cuentas qu...

La izquierda totalitaria se prepara para

Indicado en la materia

Por Carlos Alberto Montaner.- Hasta enero de este año el régimen cubano pensaba que Donald Trump sería reelecto en noviembre. Estaba resignado y buscaba alternativas para salvarse, simulando una apertura qu...

La corrupción, la clase media y los juic

Indicado en la materia

Por DIMAS CASTELLANOS.-  En el diario Granma del 29 de abril aparecieron las palabras del presidente Miguel Díaz-Canel: "aquí nadie puede estar haciendo actividad ilícita, aquí nadie está autorizado para vender ni revender na...

La involución de los inconformes

Indicado en la materia

Por FRANCISCO ALMAGRO DOMÍNGUEZ.-  En EEUU, al subir a bordo de la campaña demócrata a la congresista Alexandria Ocasio Cortez, según varios analistas, Joe Biden ha terminado aceptando la hoz y el martillo en...

Crisis política en Brasil: ¿Hay peligro

Indicado en la materia

Por Jorge Hernández Fonseca.-  La respuesta a la pregunta sobre el peligro de la izquierda en las próximas elecciones queda respondida, no hay peligro. La izquierda en Brasil es fuerte, pero no...

La economía cubana (y el castrismo) en c

Indicado en la materia

Por Jorge Hernández Fonseca.-  Demás estaría decir que es precisamente ahora el momento de mayor debilidad del castrismo en los más de sesenta años de opresión. Cualquier chispa podría hacer saltar po...

El Coronavirus: Los comunistas chinos co

Indicado en la materia

  Por Jorge Hernandez Fonseca.-  Varios médicos y enfermeras chinas alertaron de la potencial epidemia-pandemia. La responsabilidad del equivocado tratamiento que recibieron recae sobre las autoridades comunistas, prestas siempre a acallar toda ...