A dos días del congreso del partido, Raúl Castro "truena" nada menos que al ministro de las Fuerzas

El Consejo de Estado cubano nombró este jueves como nuevo ministro de ...

Guillermo Lasso aseguró que en su primer día como presidente de Ecuador reducirá los impuestos

Tras imponerse en la segunda vuelta de las elecciones el pasado domingo, ...

La Academia Nacional de Medicina de Venezuela reiteró que Cuba no tiene “verdaderas vacunas” contra

La Academia Nacional de Medicina de Venezuela reiteró este miércoles su alerta ...

Joe Biden anunció la retirada de las tropas estadounidenses de Afganistán: “Es hora de acabar con la

El presidente de los Estados Unidos, Joe Biden, anunció este miércoles la ...

Partidos indicam os 11 senadores titulares da CPI da Pandemia contra Bolsonaro

No Senado, os partidos já apresentaram nomes dos integrantes da CPI da ...

Protestos entram na 3ª semana na Bolívia e Evo Morales enfrenta ultimato PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 07 de Noviembre de 2019 04:47

Os protestos na Bolívia sobre a eleição polêmica no mês passado que deu vitória ao presidente Evo Morales entraram na terceira semana nesta segunda-feira, com pressão crescente da oposição para que o presidente renuncie.

Manifestantes se reúnem em La Paz para priotestar contra o presidente Evo Morales04/11/2019REUTERS/Kai Pfaffenbach

Morales, que chegou ao poder em 2006 e se tornou uma figura icônica, defendeu sua reeleição e apoiou uma auditoria eleitoral internacional para sair da crise. A oposição, no entanto, formada pelo partido do ex-presidente Carlos Mesa e por organizações civis, aprofundou os apelos para o líder de esquerda deixar o poder. Um dos líderes estabeleceu como prazo esta segunda-feira à noite.

 

 

"Hoje é um bom dia para recuperar a democracia. 10 horas...", escreveu Luis Fernando Camacho, chefe de um grupo civil na cidade oriental de Santa Cruz, no Twitter, que no sábado disse a Morales que tinha 48 horas para deixar o poder, às 20h (horário de Brasília).

Não está claro o que exatamente aconteceria após esse prazo, mas Camacho, que obteve amplo apoio popular em todo o país, prometeu "medidas que nos darão em questão de dias a liberdade de uma nação inteira".

Mesa, que ficou em segundo lugar nas eleições de 20 de outubro, descreveu a candidatura de Morales no domingo como "ilegal" e propôs novas eleições porque acredita que houve fraude eleitoral.

Morales venceu as eleições com pouco mais de 10 pontos de vantagem, o que lhe deu uma vitória sem a necessidade de segundo turno, mas a vitória foi ofuscada por um atraso de quase 24 horas na contagem, que ao ser retomada trouxe uma mudança abrupta e inexplicável a favor de Morales.

A virada provocou protestos, e manifestantes entraram em conflito com a polícia, gás lacrimogêneo foi lançado nas ruas e houve bloqueios de vias e greves em muitas cidades do país.

A Organização dos Estados Americanos (OEA), observadora formal das eleições, está agora realizando uma auditoria de recontagem, que deverá ser concluída em meados do mês. A entidade levantou preocupações depois que a recontagem de votos foi interrompida.

Morales, ex-líder sindical dos plantadores de coca, defendeu sua vitória eleitoral e destacou anos de relativa estabilidade e crescimento sob seus mandatos.

A líder do Senado Adriana Salvatierra disse que Morales estava pedindo paz e que o governo não se curvaria ao ultimato do grupo de Camacho. "Não vamos cair em pressões, esperaremos o final da auditoria", afirmou.

Edwin Herrera, porta-voz do partido de Mesa, Comunidade Cidadã (CC), destacou que as semanas de bloqueios, mobilizações e marchas "nunca tinham sido vistas na história política de nosso país".

Morales já havia provocado raiva entre alguns bolivianos antes das eleições, quando decidiu concorrer a um quarto mandato desafiando os limites de mandato e um referendo em 2016 que votou contra essa decisão.

O confronto eleitoral afetou o país produtor de gás e alimentos, e há preocupação porque a saída da crise parece incerta.

TERRA

Última actualización el Viernes, 08 de Noviembre de 2019 00:36
 

Add comment


Security code
Refresh

Disparados los precios de los alimentos

Indicado en la materia

Por FERNANDO LAVIGNE.- Los precios de los alimentos mantienen su tendencia al alza en Cuba, alcanzando ya en algunos casos un valor cuatro o cinco veces mayor que el que tenían antes del ll...

EE UU debe ayudar a los cubanos como lo

Indicado en la materia

Por MARIO FÉLIX LLEONART BARROSO.- Por los días que se viven en Cuba desde el 1 de enero de 2021, con la puesta en práctica de la denominada "política del Reordenamiento", no...

¿Servirá de algo que Raúl Castro no siga

Indicado en la materia

Por ROBERTO ÁLVAREZ QUIÑONES.- El VIII Congreso del Partido Comunista de Cuba, a celebrarse del 16 al 19 de abril, será muy importante según muchos analistas porque Raúl Castro dejará su cargo de pr...

¿Por qué hay que solidarizarse con la Un

Indicado en la materia

Por LIEN CARRAZANA.- Este 1 de abril José Daniel Ferrer García y más de 40 miembros de la Unión Patriótica de Cuba (UNPACU) cumplen 13 días en huelga de hambre. La policía política recrudece el ce...

Los Golpes de Estado: de Napoleón Bonapa

Indicado en la materia

Por Santiago Cárdenas.-  Fue Malaparte. Curzio. El escritor europeo más influyente y conocido durante la II Guerra Mundial y en los años de sus terribles secuelas, quien en su libro epónimo, ”L...

PATRIA Y VIDA: ¿De dónde son los cantant

Indicado en la materia

Por Jorge Hernández Fonseca.-  ¿Raúl tú quieres saber, de dónde son los cantantes? Son de la Habana y cantan en Miami… Tararea todo cubano, de la isla o el exilio, después ...

Los comunistas no tienen competencia par

Indicado en la materia

Por Jorge Hernández Fonseca.-  Hay un debate estéril (por inútil) en Cuba, queriendo incorporar herramientas del capitalismo para paliar la hambruna que se avecina, después de un largo período de 62 añ...