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Estados Unidos: Dois Democratas se elegem senadores pela Geórgia e Biden garante controle do Congresso PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 07 de Enero de 2021 01:39

O Partido Democrata conquistou as duas últimas vagas no Senado dos Estados Unidos, disputadas em segundo turno no estado da Geórgia, e o presidente eleito, Joe Biden, terá o controle do Congresso americano no início do seu mandato.

Candidatos democratas ao Senado dos EUA pela Geórgia, Raphael Warnock e Jon Ossoff se cumprimentam durante comício nesta segunda (4) — Foto: Mike Segar/Reuters

A vitória abre caminho para Biden aprovar leis e projetos sem a resistência do Partido Republicano, que tinha maioria no Senado. Os democratas mantiveram sua maioria na Câmara dos Representantes e, com a vitória de Raphael Warnock e Jon Ossoff na Geórgia, conseguiram o controle também do Senado.

 

 

Com 98% das urnas apuradas, Warnock derrotou a republicana Kelly Loeffler e Ossoff venceu o republicano David Perdue.

Acompanhe abaixo a apuração dos votos da eleição na Geórgia:

Por volta das 10h desta quarta-feira (6), Ossoff divulgou um vídeo em que reividincava a vitória: "Eu agradeço o povo da Geórgia por me eleger para servi-los no Senado dos Estados Unidos. Agradeço a confiança que vocês colocaram em mim".

A confirmação, no entanto, só aconteceu no final da tarde. Warnock teve sua vitória declarada antes, ainda de madrugada, pela contagem da Associated Press.

O segundo turno ocorreu porque, na votação de novembro, nenhum deles obteve mais de 50% dos votos.

Na eleição presidencial de novembro, Biden derrotou Trump por menos de 0,25 ponto percentual no estado e houve recontagem — que confirmou a vitória do presidente eleito.

Controle do Congresso

Os democratas têm agora 48 cadeiras no Senado, além de dois senadores independentes que geralmente votam com o partido. Já o Partido Republicano, de Donald Trump, tem 50 assentos.

Com um empate no número de assentos do Senado, o voto de minerva é do vice-presidente dos EUA, que exerce o cargo de presidente do Senado americano — a partir de 20 de janeiro, o posto será ocupado pela democrata Kamala Harris.

Estado decisivo

Essa votação decisiva ocorreu na mesma Geórgia onde Biden venceu Trump por menos de 12 mil votos de diferença na disputa presidencial — e foram necessárias duas recontagens. Foi a primeira vez que um democrata ganhou a eleição no estado desde Bill Clinton, em 1992.

Para intensificar ainda mais a disputa, a votação ocorreu dois dias após a imprensa americana revelar um telefonema em que Trump pressionou o secretário de Estado da Geórgia, que é do Partido Republicano, a "encontrar" 11.780 votos para tentar reverter a derrota.

Trump vinha alegando que houve fraude, com cédulas de pessoas que não tinham direito a votar. Na segunda-feira, o secretário de Estado, Brad Raffensperger — que também é republicano —, voltou mais uma vez a refutar as alegações do presidente.

A Geórgia certificou o resultado da eleição presidencial e os 16 votos do estado no Colégio Eleitoral foram dedicados a Biden. E, mesmo se Trump tivesse revertido apenas este estado, seria insuficiente para acabar com a vitória democrata: foram 306 delegados contra 232, no placar final.

Novos senadores

Jon Ossoff

Jon Ossoff, democrata eleito ao Senado dos EUA pela Geórgia, durante ato de campanha na segunda-feira (4) — Foto: Mike Segar/Reuters

Jon Ossoff, democrata eleito ao Senado dos EUA pela Geórgia, durante ato de campanha na segunda-feira (4) — Foto: Mike Segar/Reuters

O jornalista de 33 anos teve o primeiro contato com a vida pública ao atuar como assistente do deputado Hank Johnson até 2012. No ano seguinte, ele retomou a carreira na imprensa, chefiou uma produtora de televisão e escreveu reportagens investigativas sobre o Estado Islâmico.

Na política, Ossoff se candidatou a deputado em 2017 por um dos distritos da Geórgia, mas acabou derrotado por uma margem de três pontos percentuais. Para se eleger ao Senado, o democrata levantou bandeiras do partido como a reforma na justiça criminal dos EUA e o acesso universal à saúde no país.

Raphael Warnock

Raphael Warnock, democrata eleito ao Senado dos EUA pela Geórgia, durante comício na segunda (4) — Foto: Mike Segar/Reuters

Raphael Warnock, democrata eleito ao Senado dos EUA pela Geórgia, durante comício na segunda (4) — Foto: Mike Segar/Reuters

O pastor de 51 anos atuou na liderança da Igreja Batista Ebenezer de Atlanta, o mesmo púlpito no qual subiu o ativista pelos direitos civis da população negra Martin Luther King Jr. décadas atrás. Assim, o democrata alcançou o numeroso eleitorado negro do estado, visto como fundamental para a vitória de Biden em novembro - e se tornou o primeiro senador negro eleito pela Geórgia.

Warnock foi outro postulante ao Senado a nunca ter se candidatado a um cargo eletivo antes. Ele prometeu votar a favor de medidas que expandam o acesso público à saúde e modifiquem a estrutura da justiça criminal dos EUA.

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Vantagem de Biden

Com a vitória democrata, Biden deve ter vantagem aprovar os projetos apresentados ao longo da campanha e, mais ainda, de apontar juízes e secretários que precisem passar por sabatinas no Senado.

Biden já terá a seu favor o controle da Câmara. Os democratas ganharam a maioria entre os representantes (nome dado aos deputados americanos) em 2018 e impuseram dificuldades ao governo Trump, que começou o mandato com maioria nas duas casas legislativas.

Assim, o Partido Democrata tem o fundamental controle nas duas casas do Congresso e não deve enfrentar resistência ao passar propostas como o orçamento. Trump, por exemplo, teve dificuldades com o tema quando perdeu a maioria da Câmara: enfrentou "shutdown", ou seja, uma paralisação completa do governo por falta de orçamento aprovado.

 

G1 GLOBO

Última actualización el Viernes, 08 de Enero de 2021 01:23
 

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