La TV de la dictadura cubana premia a Irma Shelton tras su reportaje sobre el 'hambre' en EEUU y Esp

La periodista de la televisión del régimen cubano Irma Shelton Taseé ha ...

Leopoldo López sobre el régimen de Nicolás Maduro: “Tienen lazos con las FARC, el ELN y Hezbollah, p

Leopoldo López respondió este lunes a la dictadura de Nicolás Maduro tras ...

Llega finalmente el primer barco con gasolina de Irán a Venezuela

Caracas.- El arribo del primero de los cinco tanqueros iraníes destinado a ...

España prepara un ingreso mínimo de hasta 1.015 euros para las familias más vulnerables

El Gobierno de España tiene previsto aprobar mañana el ingreso mínimo vital, ...

Bolsonaro divulga nota para dizer que não interferiu na PF e crê em arquivamento de inquérito

O presidente Jair Bolsonaro divulgou uma nota nesta segunda-feira (25) para dizer ...

Notícias: Brasil
Chávez e Evo não lutan contra as drogas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 04 de Marzo de 2011 10:28

O governo dos Estados Unidos considerou como “inadequada” a postura da Venezuela na luta contra o narcotráfico e classificou como “fracasso” a cooperação da Bolívia.

As impressões americanas foram expressas através do relatório anual do Departamento de Estado, divulgado nesta quinta-feira (3). O documento ainda destaca a “agressiva” política do México e os “importantes avanços” da Colômbia na luta contra o tráfico internacional de drogas.

Apesar das críticas ao governo venezuelano, que os EUA consideraram “limitar-se a discursos”, o documento afirma que a administração Obama espera obter maior colaboração de Chávez.

O Departamento de Estado americano publica este relatório anualmente, sempre no mês de março. Agora o presidente Barack Obama deverá analisar a cooperação internacional dos países relacionados na luta contra o narcotráfico, para determinar a ajuda financeira que cada um destes países receberá dos EUA no ano seguinte.

No caso da Venezuela, Obama determinou em 2010, pelo quinto ano consecutivo, que o país “fracassou”. A Bolívia também recebeu a mesma avaliação pelo terceiro ano seguido.

 

Exército venezuelano estaria envolvido com narcotráfico

O relatório publicado nesta quinta-feira insiste que os EUA continuam dispostos a “aprofundar a colaboração com a Venezuela” para conter o “fluxo de drogas ilegais que passam pelo território”.

O documento menciona que grupos ilegais armados da Colômbia, como as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), têm transportado e distribuído drogas no país, e exibe informações da imprensa local que sugerem que alguns agentes das forças de segurança venezuelanas estariam envolvidos com grupos ligados ao narcotráfico.

De fato, o relatório indica que a corrupção parece ter contribuído para que essas organizações utilizassem o território venezuelano como rota de passagem em 2010.

A Venezuela continua sendo uma rota importante para o tráfico de cocaína, dizem os EUA, que calculam que 250 toneladas de cocaína transitem por ano no país.

Produção de cocaína boliviana cresceu 36%

Quanto à Bolívia, o terceiro produtor de cocaína do mundo, o relatório reitera que o governo obteve um “fracasso manifesto em seus esforços para cumprir obrigações" internacionais de combate ao narcotráfico.

O documento ainda aponta que uma nova lei provavelmente permitirá o cultivo legal de 8.000 hectares a mais de coca no país.

Os EUA consideraram que, apesar da Bolívia exceder o objetivo mínimo de erradicação e apreensões, o esforço geral “não está ajustado às suas obrigações” com a comunidade internacional.

De fato, o potencial de produção de cocaína no país andino cresceu 70% entre 2006 e 2009 e os cultivos aumentaram 36%, para 35 mil hectares nesse período.

"Copyright Efe - Todos os direitos de reprodução e representação são reservados para a Agência Efe."

 
Cubanos são detidos para não celebrar PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 24 de Febrero de 2011 10:49

Dissidentes cubanos denunciaram detenções e ameaças no primeiro aniversário da morte do preso político Orlando Zapata, em 23 de fevereiro. Ele morreu depois de quase três meses de greve de fome.

Segundo dissidentes, mais de 130 opositores foram detidos arbitrariamente nas últimas 48 horas e outros foram colocados em prisão domiciliar, incluindo o ativista Guillermo Fariñas, que depois da morte de Zapata fez greve de fome por quatro meses.

"Em todos os casos foram prisões preventivas, provavelmente de curta duração, para evitar a participação nos atos de memória de Zapata", disse o líder da Comissão Cubana de Direitos Humanos, Elizardo Sánchez.

Última actualización el Jueves, 24 de Febrero de 2011 10:51
 
Papa pede diálogo à ditadura cubana PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 03 de Febrero de 2011 11:29

CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Bento 16 estimulou na segunda-feira o governo comunista de Cuba a aprofundar o diálogo iniciado em 2010 com a Igreja Católica, o que levou à libertação de quase meia centena de dissidentes presos.

"Gostaria de dirigir uma palavra de ânimo às autoridades de Cuba (...) para que o diálogo que felizmente se instaurou com a Igreja se reforce e amplie ainda mais", disse Bento 16 durante uma audiência com diplomatas por ocasião do ano-novo.

A Igreja Católica vem se firmando como o principal interlocutor do governo de Raúl Castro, que prometeu em 2010 ao arcebispo de Havana, cardeal Jaime Ortega, libertar 52 dissidentes presos desde 2003.

Até agora, 41 deles foram soltos, a maioria com a condição de emigrar para a Espanha. Outros 11 se negaram a deixar Cuba e permanecem detidos.

O cardeal Ortega disse que existe "a promessa clara e formal do governo cubano" de libertar todos os presos políticos, e sugeriu que alguns dos 11 ainda detidos estariam dispostos a emigrarem para os Estados Unidos.

Bertha Soler, esposa de um dos presos, disse que Ortega lhes pediu que tenham fé, mas não esclareceu quando seus familiares seriam libertados.

"O momento da libertação não depende do cardeal. Isso é um assunto do Estado", disse à Reuters a líder do grupo Damas de Blanco, que reúne mulheres de presos políticos.

Além dos dissidentes, mais de dez presos condenados por crimes como pirataria ou terrorismo foram libertados como parte do acordo com a Igreja, e também foram para a Espanha.

 
Castro Chávez e Ortega apioam Kadafi PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Miércoles, 02 de Marzo de 2011 10:36

Venezuela, Cuba e Nicarágua tomaram distância da condenação manifestada pela maioria dos países da América Latina à repressão política empreendida pelo ditador líbio, Muammar Kadafi. Esses três países evitaram condenar expressamente a violência promovida por Kadafi e mostraram reservas à decisão da Assembleia Geral das Nações Unidas de expulsar a Líbia do Conselho de Direitos Humanos (CDH) da ONU, embora tenham se pronunciado favoráveis à iniciativa, aprovada por consenso.

"O povo líbio deve definir seu destino sem interferências estrangeiras. Os povos soberanos são os únicos protagonistas da história e nenhuma força estrangeira está autorizada a intervir nos assuntos internos da nação líbia", declarou o embaixador da Venezuela na ONU, Jorge Valero, durante a reunião da Assembleia. O diplomata exortou aos "países amantes da paz" que detenham "os planos de invasão da Líbia anunciados com descaramento" pelos Estados Unidos. Para ele, esses planos tem o claro propósito de "se apropriar do imenso potencial de recursos naturais e riquezas energéticas que estão depositados na terra mãe do povo líbio".

O embaixador cubano na ONU, Pedro Núñez Mosquera, se alinhou ao colega venezuelano nessas acusações e defendeu "uma solução pacífica e soberana sem ingerências nem intervenções estrangeiras". "Acompanhamos com preocupação as reiteradas declarações dos EUA e da União Europeia sobre a possibilidade de uma intervenção armada", à qual "Cuba se opõe categoricamente", já que, segundo ele, tal ação deixaria "milhares de mortos e graves consequências para a economia mundial".

Nesse mesmo sentido se pronunciou a embaixadora da Nicarágua na ONU, María Rubiales de Chamorro, que expressou a preocupação de seu país com a perda de vidas humanas no caso de uma intervenção. "Acreditamos na capacidade e sabedoria do povo líbio e de sua liderança comandada por Kadafi para resolver seus problemas internos e encontrar uma solução pacífica de maneira soberana, sem ingerências, sem dois pesos e duas medidas, sem intervenções militares estrangeiras de nenhum tipo", afirmou.

Líbios enfrentam repressão e desafiam Kadafi
Impulsionada pela derrocada dos presidentes da Tunísia e do Egito, a população da Líbia iniciou protestos contra o líder Muammar Kadafi, que comanda o país desde 1969. As manifestações começaram a tomar vulto no dia 17 de fevereiro, e, em poucos dias, ao menos a capital Trípoli e as cidades de Benghazi e Tobruk já haviam se tornado palco de confrontos entre manifestantes e o exército.

Os relatos vindos do país não são precisos, mas tudo leva a crer que a onda de protestos nas ruas líbias já é bem mais violenta que as que derrubaram o tunisiano Ben Ali e o egípcio Mubarak. A população tem enfrentado uma dura repressão das forças armadas comandas por Kadafi. Há informações de que aeronáutica líbia teria bombardeado grupos de manifestantes em Trípoli. Estima-se que centenas de pessoas, entre manifestantes e policiais, tenham morrido.

Além da repressão, o governo líbio reagiu através dos pronunciamentos de Saif al-Islam , filho de Kadafi, que foi à TV acusar os protestos de um complô para dividir a Líbia, e do próprio Kadafi, que, também pela televisão, esbravejou durante mais de uma hora, xingando os contestadores de suas quatro décadas de governo centralizado e ameaçando-os de morte.

Além do clamor das ruas, a pressão política também cresce contra o coronel Kadafi. Internamente, um ministro líbio renunciou e pediu que as Forças Armadas se unissem à população. Vários embaixadores líbios também pediram renúncia ou, ao menos, teceram duras críticas à repressão. Além disso, o Conselho de Segurança das Nações Unidas fez reuniões emergenciais, nas quais responsabilizou Kadafi pelas mortes e indicou que a chacina na Líbia pode configurar um crime contra a humanidade.

Última actualización el Miércoles, 02 de Marzo de 2011 10:38
 
Internet chega a Cuba, não aos cubanos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 19 de Febrero de 2011 12:34

A instalação do cabo de fibra óptica entre Venezuela e Cuba, para modernizar o acesso à internet na ilha, não deve trazer benefícios aos cubanos, mas sim ampliar o controle da informação - e da banda larga. A substituição da conexão por satélite vai reduzir custos, mas a rede permanecerá censurada. O acesso rápido, porém, deve ajudar a disseminar a "web extraoficial", impulsionando inovações tecnológicas para a troca de informações.

A joint venture cubano-venezuelana para a instalação dos 1.600 quilômetros de cabos submarinos burla as sanções dos EUA, que proíbem a ilha de ter acesso a cabos de fibra óptica que fazem a comunicação com o mundo todo. Os trabalhos começaram este mês e devem ser concluídos na segunda quinzena de fevereiro. A internet rápida será habilitada no segundo semestre e ampliará a velocidade da conexão em 3 mil vezes - de 209 megabytes para 640 gigabytes. O projeto, bancado pela Venezuela, custará US$ 70 milhões - cerca de 800 mil barris de petróleo.

O reflexo da mudança será sentido nos setores de pesquisa e educação, autorizados pelo governo a usar a web. Apenas 14% da população tem acesso à rede. "Em Cuba, a internet não é uma questão técnica ou econômica, mas política", afirmou ao Estado o especialista cubano Eugenio Yáñez, que vive em Miami. "Não devemos esperar qualquer grande abertura para o acesso dos cubanos à web, já que a rede é controlada por um servidor estatal. O governo não será afetado pela mudança", disse.

A internet rápida será oferecida apenas em centros públicos. Segundo Havana, não há verba para levar conexão até as casas. A banda larga, porém pode abrir um precedente para incentivar a população a cobrar maior acesso à web, principalmente com as mudanças econômicas previstas para este ano na ilha com o incentivo estatal ao setor privado.

Para Yáñez, a melhoria da conexão pode também ampliar as oportunidades para a população escapar da censura e trocar conteúdo considerado inapropriado pelo governo.

"Qualquer conteúdo ilegal da rede gravado em pen drives, CDs e outros equipamentos portáteis pode ser copiado e divulgado. Essa informação pode abastecer a "web ilegal" criada pelos cubanos, assim como existem hoje os sistemas de TV e as antenas parabólicas. Se o país tem uma conexão mais eficiente, os avanços tecnológicos e as oportunidades para a troca de dados são maiores", afirmou Yáñez.



Última actualización el Sábado, 19 de Febrero de 2011 12:38
 
«InicioPrev801802803804805806807808809810PróximoFin»

Página 808 de 816